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Todas las contradicciones neotestamentarias — 19 comentarios

  1. Ateoyagnóstico:
    Quisiera comentarle que hace muy poco tiempo descubrí su blog y aprovecho de mencionar mi más sincero agradecimiento por la noble labor de compartir toda esta información. Si bien es cierto que es cuantiosa y para una persona como yo, difícil de digerir momentáneamente debido la numerosa cantidad de temas que abarca en su blog. Sin embargo, para un nesciente como yo esto es más entretenido porque se aprende con bases sólidas.

    Un último ápice en mi mensaje y es que quisiera preguntarle sobre un aspecto que probablemente no le hayan preguntado en reiteradas ocasiones, pero me gustaría preguntarle si en su opinión cree que existe(n) persona(s) que apoyen la idea teísta con “reputación”, como por ejemplo william lane Craig (aunque no sé si sea el mejor ejemplo). El origen de esta duda surge porque hace pocas semanas atrás supe de un debate entre Bill Nye y ken ham, en el cual me sorprendían los “argumentos” que intentaba plasmar ken ham. Eso me hace pensar que desde el lado de los creacionistas no hay mucho que rescatar como investigadores serios.

    Para finalizar, vuelvo a reiterar mis agradecimientos por la información que comparte de forma desprendida.

    ¡Saludos cordiales!

    • Hola José.

      No sé si he entendido bien su pregunta. Personas teistas con reputación las hay, no depende de si creo en ello o no. La reputación es algo que depende de uno (pues lo que uno haga o diga influye) y del resto de la sociedad (pues es esta la que te valora positiva o negativamente).

      William Lane Craig tiene reputación de buen argumentador. Pero eso es irrelevante. La reputación que te otorgue la sociedad no influye en si lo que afirmas tiene respaldo o no. He visto muchos debates de Craig y leído algunos de sus artículos y, para mi, este cae en razonamientos falaces y contradictorios en muchas ocasiones.

      De Kem Ham no puede uno extraer nada con sentido y serio. Se ha valido únicamente del dinero obtenido para construir un museo del absurdo basado en cero evidencias y únicamente en sus creencias. Y todo ello porque, según su lógica, tenía que incluir a dinosaurios con personas en el Edén porque, como estos existen (no puede negarlo debido a la tremenda cantidad de fósiles que hay), si no lo hacía esto significaría que, como en la Biblia no se habla de ellos, podría pensarse que esta es falsa. Una persona que apela a un argumento tan pueril y falaz no puede mantener un debate serio con nadie que se base en ciencias (como sucedió en el caso de Nye, donde hizo un ridículo espantoso).

      Como dato curioso, por si te interesa saber más de ambos:

      Kem Ham es la mente tras la web creacionista Answers in Genesis y el ICR (Instiotute for creation research), metidos en el juicio Segraves vs State of California – 3º y 6º ejemplo.
      En el debate con Nye (vease el enlace que puse) se le preguntó si estaría dispuesto a cambiar de idea si encontrara evidencias que demostraran que sus creencias son erróneas y este afirmó que jamás lo haría porque “es cristiano” (véase el momento concreto en este vídeo). Prácticamente debe aceptar lo que el cristianismo diga sí o sí. Demostrando así a todo el mundo su parcialidad y poca objetividad.

      William Lane Craig pertenece al instituto creacionista ARN (Acces Research Network) en cuyo consejo de administración también se encuentra Stephen Meyer del DI (Discovery Institute), metidos en el juicio de Kitzmiller v. Dover Area School District – 1º y 4º Ejemplo.

      Puedes ver todos los ejemplos y en qué se basan.

      También puedes ver qué opina el DI (Discovery Institute) sobre el juicio a Segraves en su blog Evolution News & Views.

  2. Muchas gracias por la explicación y por los datos adicionales como referencias informativas. Los analizaré para aprender aún más.

    ¡Saludos cordiales, ateoyagnóstico!

  3. Quem conseguir demonstrar uma única contradição na Bíblia ficará para sempre mundialmente famoso – mais famoso do que Sócrates, Platão ou Aristóteles. Será, com certeza, um autor estudado em universidades do mundo inteiro. Ser-lhe-ão erguidas estátuas, em reconhecimento de tal façanha intelectual. Até hoje, no entanto, ninguém conseguiu alcançar tal glória e fama.

    Há realmente pessoas que gostam que lhes digam coisas que elas querem ouvir, inclusive gostam que se lhes diga que a Bíblia está cheia de contradições. Por outro lado, há pessoas que gostam de dizer o que outras pessoas querem ouvir, inclusive gostam de dizer que a Bíblia tem contradições. Porém, nenhum filósofo, nenhum lógico, nenhum matemático, nenhum teólogo, nenhum cientista ou qualquer outra pessoa, no passado ou no presente, jamais encontrou uma única contradição nas páginas da Bíblia.

    É certo que tem havido alegações de que a Bíblia contém contradições. Algumas dessas alegadas contradições são apresentadas no curioso site The Skeptic’s Annotated Bible — cuja versão em língua portuguesa é a Bíblia do Cético Comentada — onde os autores fervorosamente defendem e pregam a doutrina do Dogma de que a Bíblia tem Contradições ou Dogma das Contradições da Bíblia (tal como outros defendem e pregam, por exemplo, o Dogma da Santíssima Trindade, ou o Dogma da Imortalidade da Alma — doutrina, aliás, falsa e verdadeiramente nefasta, responsável, em grande medida, pela inquisição, pelo medo infundido nas pessoas humildes, pela exploração económica dos desfavorecidos, pelo atual terrorismo, e por inúmeros suicídios e homicídios de famílias inteiras). Porém, submetidas essas alegadas contradições da Bíblia à análise científica proporcionada pela maquinaria pesada da Semântica, da Sintaxe, da Pragmática e da Lógica, verifica-se que nenhuma dessas «contradições» da Bíblia é genuína. Todas elas são fabricadas pelo intérprete, pelo tradutor ou por ambos, através de uma operação ou manobra de acréscimo de texto que não consta no texto da própria Bíblia, ou através da omissão e da eliminação de texto que consta da própria Bíblia.

    Muitas dessas pessoas que dizem que a Bíblia tem contradições – e que até espalham isso através de livros e de folhetos ou pela televisão e pela internet – nem sequer sabem o que é a Bíblia. Lembremos, pois, que a Bíblia é um livro em língua hebraica (com alguns trechos em aramaico) e em língua grega, composto de contributos de cerca de quarenta escritores, começando por Moisés, no ano 1513 antes da nossa era, e terminando em João, no ano 98 da nossa era. Para melhor clareza e agilidade de raciocínio, designemos por a esse livro, a Bíblia. Acontece que o objeto a, a Bíblia, tem sido traduzido para muitas outras línguas – para milhares delas, sendo o livro mais traduzido do mundo. Designemos por x uma qualquer das traduções de a. Observe-se que a e x são objetos distintos. Por exemplo, todo o x é posterior a a e nenhum x é escrito, nas mesmas passagens, na língua hebraica, aramaica e grega do tempo de a; além disso, a pode existir sem existir x, mas x não pode existir sem existir a, e a é absolutamente independente de x, sendo que nada do que afeta x afeta a. Ora, a simples inspeção ao site The Skeptic’s Annotated Bible revela que aí se não trata do objeto a, a Bíblia. Aí se trata de um objeto x, que é distinto de a, mais concretamente, aí se considera a tradução King James Bible (Versão Rei Jaime). Do mesmo modo, também a simples inpeção ao site da Bíblia do Cético Comentada comprova que aí se não trata do objeto a, a Bíblia. Aí se trata de um objeto x, que é distinto, mais especificamente, como lá se informa, a Bíblia do Cético Comentada se baseia numa tradução de a denominada Nova Versão Internacional, publicada em 2001, i.e. uns 2.000 anos depois de a existir. A Bíblia não é um livro em língua portuguesa, nem em língua inglesa. Observe-se que não existe uma Bíblia original e uma Bíblia não original – assim como também não existe um Alcorão original e um Alcorão não original, ou uma Tanakh original e uma Tanakh não original, ou uns Lusíadas originais e uns Lusíadas não originais. O que existe são traduções dessas obras. Note-se até que há pelo menos uma organização religiosa que traduziu a Bíblia para a língua portuguesa (português do Brasil) e que, em vez de intitular essa obra Bíblia, ou Bíblia Sagrada ou Escrituras Sagradas, intitulou-a, muito honestamente, Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas. É uma tradução. Assim, as pessoas sabem o que têm em mãos. Por conseguinte, alguém que queira demonstrar uma inconsistência ou contradição na Bíblia tem de falar da Bíblia; alguém que queira demonstrar uma inconsistência ou contradição em Os Lusíadas tem de falar de Os Lusíadas. Se, em vez disso, falar de uma tradução e, portanto, se passar de eventuais contradições, erros ou incongruências do objeto x para daí se concluir que existem contradições, erros e incongruências no objeto a, que é distinto de x e anterior a x, comete um vício lógico do maior grau de gravidade, referenciado na literatura da especialidade como «falácia do espantalho», e seus argumentos não merecem a mínima credibilidade. O mesmo vício lógico seria cometido por alguém que pretendesse demonstrar uma contradição ou um erro histórico nas obras de William Shakespeare ou de Molière só com base numa tradução, por exemplo, uma tradução que alguém fez para a língua portuguesa, sem qualquer consideração do texto original escrito, respectivamente, em inglês e francês. Os proponentes e defensores de tais argumentos viciados pela falácia do espantalho expõem-se ao ridículo perante a comunidade científica, filosófica e acadêmica.

    Todo o raciocínio em que se baseiam The Skeptic’s Annotated Bible e a Bíblia do Cético Comentada assenta nesta falácia do espantalho e, por isso, de uma só vez, fica demonstrado que The Skeptic’s Annotated Bible e a Bíblia do Cético Comentada nenhuma prova fazem quanto a sequer uma qualquer alegada contradição de todas as alegadas contradições da Bíblia. O fracasso é completo. Naturalmente, o vício lógico da falácia do espantalho ficará sanado quando os autores de The Skeptic’s Annotated Bible e da Bíblia do Cético Comentada tomarem como objeto de análise a própria Bíblia, e não uma tradução da Bíblia, e nela efetivamente demonstrarem erros e contradições.

    Adicionalmente, algumas dessas pessoas que dizem que a Bíblia tem contradições nem sequer sabem o que é uma contradição. As contradições são problemas de Lógica e não problemas de Filologia. Convém recapitular o que é uma contradição. A ciência que estuda as contradições é a Lógica. De acordo com a Lógica, uma contradição é uma frase, proposição ou fórmula do género «este homem casado é solteiro», «aquele animal é todo preto e todo branco», «desenhei um triângulo quadrado» ou «a Bíblia é divinamente inspirada e a Bíblia não é divinamente inspirada» ou «é proibido matar x e não é proibido matar x». Acresce que – como lembra a Enciclopédia de Termos Lógico-Filosóficos (de João Branquinho/Desidério Murcho, sob a entrada «Contradição» –, só existe contradição quando uma frase, proposição ou fórmula «é falsa em todas as interpretações», ou seja é falsa em todas as situações possíveis. Por exemplo, a frase «Lula foi um bom presidente e Lula não foi um bom presidente» só é uma contradição se for interpretada em termos absolutos, mas não é uma contradição se o falante quiser significar que Lula sob certo aspecto foi um bom presidente (por exemplo, sob o aspecto da assistência aos mais carenciados) e sob outro aspecto (por exemplo, o aspecto da corrupção) Lula não foi um bom presidente; ou a frase «a Seleção do Brasil jogou bem e jogou mal» não é uma contradição se quem a profere quer dizer que sob certo aspecto (por exemplo, o aspecto de jogar ao ataque) jogou bem, e sob outro aspecto (por exemplo, o aspecto de jogar à defesa) jogou mal.

    Ora, as pessoas com conhecimentos científicos adequados sabem que a Bíblia não tem e não pode ter contradições, visto que, para isso, seria necessário (1) selecionar pelo menos duas frases da Bíblia, (2) demonstrar que cada uma dessas frases só pode ser verdadeira numa única situação; (3) demonstrar que não existe nenhuma situação em que ambas as frases sejam verdadeiras. Simplesmente, é impossível fazer a demonstração de (2) e (3). Na verdade, a Lógica e a Matemática ensinam-nos que há coisas que não existem. Por exemplo, não existem quadrados redondos, nem existe um número maior que os outros todos, e não existe nem é possível descobrir ou inventar um calmante que excite as pessoas. Semelhantemente, a Lógica e a Matemática, em particular a Teoria dos Conjuntos, ensinam-nos que é impossível encontrar contradições na Bíblia. Tentar encontrar uma contradição na Bíblia é a mesma coisa que tentar encontrar um homem solteiro que seja casado. Esta é a segunda razão pela qual os proponentes e defensores da tese de que a Bíblia contém contradições se expõem ao ridículo perante a comunidade científica, filosófica e acadêmica.

    Assim, mesmo que The Skeptic’s Annotated Bible e a Bíblia do Cético Comentada analisassem a própria Bíblia – e não uma tradução, como fazem –, afastando, deste modo, a falácia do espantalho, o seu fracasso em provar qualquer contradição da Bíblia é sempre completo e absoluto, como a Lógica o demonstra.

    Vamos dar tudo isto de barato e continuar a discutir uma a uma todas as pretensas contradições da Bíblia enunciadas em The Skeptic’s Annotated Bible e na Bíblia do Cético Comentada. Essa discussão tem muito interesse porque associado a ela está um grande conjunto de verdades, conforme se verá – à luz da Lógica, da Razão e da Ciência.

    • Tanta cháchara (una perorata insoportable) para afirmar que nadie con autoridad intelectual ha encontrado contradicciones en la Biblia cuando estas, que han sido objeto de debate durante siglos y han creado incluso divisiones dentro del cristianismo, ya se incluyen en este y otros artículos.

      Aunque claro, es mejor negar lo evidente y recurrir a los ad hominem que atacar al contenido, claramente incuestionable. 😉

      Los “científicos” no se dedican a la crítica textual sino al estudio de los fenómenos naturales (física, química, biología, geología, etc). Pero ya que afirma que no han existido estudiosos o intelectuales que afirmen que existen contradicciones e inconsistencias en su queridísima Biblia, le regalo estos:

      La edad de la razón, por Thomas Paine.
      Tractatus Teológico-Político, de Baruch Spinoza.
      Enciclopedia, de Denis Diderot.
      Dictionnaire philosophique, de Voltaire.

      ¿O prefiere a autores más modernos como Donal Morgan, o A List of Biblical Contradictions (1992) de Jim Meritt, o al ex locutor cristiano Seth Andrews (le dejo una entrevista suya a ver si así usted se inspira un poco) o el Dr. Steven DiMattei (biblista y autor de la web http://contradictionsinthebible.com) o Dr. Michael Shermer ( escritor, presentador e historiador y creador de la web http://skepticsannotatedbible.com )?

      Autores que usted mismo menciona y a los cuales no tiene en cuenta nada más que para criticarlos y así excluirlos. Aunque, absurdamente, pide que se muestre a científicos haciendolo. (es usted más contradictorio que su queridísima biblia)

      Ni al caso le añadiré a todos los miembros del http://www.atheist-experience.com/ o a científicos que, sin duda, conocerá bien como el premio Nobel, Bertrand Russell, quien las menciona en su libro “Por qué no soy cristiano” o a Dawkins, como también Dennet, por decir autores conocidos. Ya que, de seguro, teniendo en cuenta que más del 90 % de los científicos son ateos, seguro que muchos de ellos al leer esto compartirán lo que suscribo. Bastante tienen los científicos como para dedicarse tambien a criticar la Biblia, cosa que han acabado haciendo algunos gracias a lo cansinos que sois los creyentes y a vuestro afán de llamar ciencia a vuestras creencias. Cosa que ya hacen muy bien personas como Bart. D. Ehrman (ya que pide usted expertos en filología griega y hebrea), a quien usted debió ingnorar también.

      Pero ya que pide contradicciones, le pondre solo una, ya que el resto que usted ha ignorado ya se encuentran ahí. Veremos si es capaz de explicarla – y hágalo en español,que esta es una web de habla hispana – y si cumple esta con los puntos que expone):

      ¿Le dijo alguien a las mujeres qué había pasado con el cuerpo de Jesús?

      (a) Sí. “Un mancebo [un joven] cubierto con una larga ropa blanca” (Marcos16:5). “Dos varones con vestiduras resplandecientes” que después son descritos como ángeles (Lucas 24:4 y 24:23). Un ángel, aquel que había movido la piedra (Mateo 16:2). En cada caso, a las mujeres se les dice que Jesús había resucitado (Mateo 28:7, Marcos 16:6 y Lucas 24:5).

      (b) No. María no se encontró con nadie y retornó diciendo: “Han llevado al Señor del sepulcro, y no sabemos dónde le han puesto” (Juan 20:2)

      ¿O prefiere otra contradicción que implica un Si o un No como respuesta?

      ¿Fue envuelto el cuerpo de Jesús en especias antes de sepultarlo, según las costumbres fúnebres judías?

      (a) Sí, y sus discípulas lo presenciaron (Juan 19:39-40)

      (b) No. Jesús fue envuelto simplemente en una sábana. Después las mujeres compraron y prepararon especias “para venir a ungirle” (Marcos 16:1)

      Búsquese otros argumentos que no sean el acusar de falaces a quienes resaltan dichas contradicciones (lo que por cierto sí es una falacia ad hominem) en vez de tratar o debatir las propias contradicciones y afirmar que “las personas con el conocimiento científico adecuado saben que la Biblia no tiene y no puede tener contradicciones“, lo cual sí que es otra falacia (el ad verecundiam en el que se basa al que también añade una conocida como “ningún escocés verdadero”.)

      Debe ser que últimamente se ha puesto de moda ir a webs ateistas a afirmar cosas basándose en dichas falacias. Si contesto es solo para que todos vean a qué tipo de argumentos y afirmaciones acuden los magufos y si estas se basan en razonamientos lógicos o en hombres de paja.

  4. (Lamento profundamente não ser capaz de me exprimir em castelhano. Espero, no entanto, que a comunicação não seja prejudicada no essencial.)
    Gostei muito da sua réplica. Levanta problemas interessantes.
    Naturalmente, eu penso pela minha cabeça e tiro as minhas conclusões, sempre à luz da razão, da lógica e da ciência. Eu sou ateu em sentido relativo. Mais concretamente, no sentido em que não acredito na imortalidade da alma – doutrina, aliás, falsa e verdadeiramente nefasta, responsável, em grande medida, pela Inquisição, pelo medo infundido nas pessoas humildes, pela exploração económica dos desfavorecidos, pelo atual terrorismo, e por inúmeros suicídios e homicídios de famílias inteiras (agora não vou desenvolver mais o tema). Também não acredito no céu para os bons e no inferno de fogo para os maus. De resto, não acredito na tese anticientífica de que Deus criou o universo ou sequer a terra em 6 dias, num total de 144 horas; não acredito em um Deus-Pai, Deus-Filho e Deus-Espírito Santo; não acredito que a pessoa do Espírito Santo encobriu Maria; não acredito que Jesus Cristo é Deus todo-poderoso (seria estranho ter de concluir que os romanos mataram o Deus todo-poderoso e que, durante três dias, não existiu Deus todo-poderoso, por que aquele Deus todo-poderoso que existia estava morto e enterrado numa sepultura em Jerusalém); não acredito que Maria é a mãe de Deus; não acredito na Senhora de Fátima ou em qualquer outra Senhora; não acredito no Santo António ou em qualquer outro Santo ou Santa ou em seus milagres. Só acredito no que estiver demonstrado pela lógica, pela razão e pela ciência. É por isso que sou ateu em sentido relativo, porque a verdade é esta: também não há ateus em sentido absoluto.
    Não acredito em dogmas. Não acredito no Dogma da Santíssima Trindade, ou o Dogma da Assunção de Maria ao Céu ou no Dogma da Imortalidade da Alma ou no Dogma do Tormento Eterno. Como não acredito em nenhum dogma, também não acredito no dogma de que a Bíblia tem contradições porque esse dogma, como os outros todos, é contrário à razão, à ciência e à lógica.
    Parece que a semântica da palavra castelhana «científicos» é diferente da semântica da palavra portuguesa «cientistas». Em todo o caso, creia que estou bem familiarizado com o conceito de ciência (tanto das ciências leves como das ciências pesadas) e de pseudociência, e que sou um estudioso da filosofia da ciência (li recentemente o interessante livro «An Introduction to the Philosophy of Science» da Prof.ª Lisa Bortolotti).
    Há um grande equívoco na nossa comunicação, que se revela em particular nesta passagem: «Pero ya que afirma que no han existido estudiosos o intelectuales que afirmen que existen contradicciones e inconsistencias en su queridísima Biblia». Na verdade, eu concordo que sim, há intelectuais que afirmam que existem contradições e inconsistência na Bíblia. O meu ponto é que a argumentação desses intelectuais defensores do dogma de que a Bíblia tem contradições está logicamente viciada pela falácia do espantalho e outras falácias e que, por isso, não faz prova de coisa nenhuma.
    Pode crer que também faço as minhas leituras, claro. Por exemplo, já li várias vezes a obra de Bertrand Russell (que não se declarava ateu, mas agnóstico) intitulada «Porque não sou cristão». Ele não afirma que a Bíblia é contraditória. Ele analisa a Bíblia e não encontrou nela nenhuma contradição (a discordância de Russell em relação à Bíblia é de ordem material). Se a Bíblia fosse contraditória certamente Russell (que é um dos maiores lógico e matemático de todos os tempos, co-fundador da lógica moderna, que estudei a fundo na Faculdade, no âmbito do curso de preparação para o doutoramento em filosofia) certamente o teria dito.
    Conheço contradições nas traduções da Bíblia usadas pelos pastores, sacerdotes e pregadores da Cristandade. Neste campo, eu próprio dei um exemplo de uma genuína contradição insanável (http://contradicoesdabiblia.com/2014/07/30/uma-contradicao-da-biblia). Porém, eu não conheço nenhuma contradição da Bíblia e não conheço nenhuma pessoa que tenha mostrado uma contradição na Bíblia. Só conheço alegações de que a Bíblia é contraditória. No entanto, essas alegações estão todas viciadas pela falácia do espantalho. São todas ilógicas. Poderia me indicar, por favor, uma única contradição da Bíblia, em concreto? Muito obrigado.
    Xavier
    http://contradicoesdabiblia.com/

    • Hola de nuevo Xavier.

      Para no alargar demasiado esto, responderé solo a lo que afirma y no a lo que niega (con lo que coincido):

      A pesar de que afirma: “creo en mi cabeza y le disparó mis conclusiones, siempre a la luz de la razón, la lógica y la ciencia.”, entremezclas cosas y, por lo visto, desconoces otras que voy a mostrarte. Luego podrá obviarla o negarlas (como mejor le plazca)

      Yo sólo creo lo que está probado por la lógica, la razón y la ciencia. Es por eso que soy un ateo en un sentido relativo, porque la verdad es esta :. Bueno hay ateos en un sentido absoluto que no creen en dogmas. Yo no creo en el dogma de la Trinidad, o el Dogma de la Asunción de María al Cielo o dogma de la inmortalidad del alma o del dogma de Tormento Eterno. Cómo no creo en ningún dogma, no creo en el dogma de que la Biblia tiene contradicciones porque este dogma, como todos los demás, es contraria a la razón, la ciencia y la lógica.

      Por lo visto denomina como dogma a todo aquello que le da la gana:

      Afirma que el ateísmo tiene dos posiciones: la “relativa” (en la cual se situa) y la absoluta (en la cual situa al resto basandose en falacias que iré demostrando)

      1º.- Ni existe el ateísmo relativo, ni existe el ateismo absoluto. Ateísmo solo hay uno: la negación de la existencia de deidades. O cree que existen o no cree que existen dichos personajes. No existe un ateismo intermedio. (y el agnosticismo no es una posición intermedia, aunque muchos así lo crean)

      2º.- Un dogma, al menos según nuestro idioma (español), es:

      (Del lat. dogma, y este del gr. δόγμα).
      1. m. Proposición que se asienta por firme y cierta y como principio innegable de una ciencia.
      2. m. Doctrina de Dios revelada por Jesucristo a los hombres y testificada por la Iglesia.
      3. m. Fundamento o puntos capitales de todo sistema, ciencia, doctrina o religión.

      Si nos acojemos a lo que dice nuestra lengua, todo puede entenderse como dogma. Pero la realidad es que a esa definición le falta concretar que esta doctrina además suele ser impuesta. Y es por eso que lo que usted denomina como dogma, no lo es. Primero porque si fuera un dogma no podría cuestionarse y segundo porque la afirmación de este artículo (que la biblia tiene contradicciones, contiene y expone además la lista en la que figuran todas ellas) Un dogma no necesita argumentarse (cosa que sí se hace en el propio artículo). Que la biblia contiene contradicciones está argumentado a lo largo de ese mismo artículo y tiene una respuesta clara y muy obvia para quien sepa lo que es la hipótesis documentaría y conozca la ecdótica de los textos.

      3º.- Para negar que la Biblia contiene contradicciones lo que debería hacer es refutarlas, no apelar simplemente a la afirmación “no contiene contradicciones” y “decir y exponer las contradicciones es un dogma“. Lo que usted plantea sí que es un dogma: pretende que admitamos su aseveración (la biblia no contiene dogmas) sin exponer argumento alguno que lo demuestre. Y además usa una falacia de hombre de paja al decir que nosotros hacemos algo que no hacemos (afirmar sin demostrar) para despues criticarlo.

      Si las contradicciones expuestas en este post no lo son, debatamos sobre cada una de ellas 😉 veremos como puede refutarlas, si ya están expuestos todos y cada uno de los versículos que las contienen en el propio artículo.

      Créeme, yo también hago mis lecturas, por supuesto. Por ejemplo, he leído varias veces el trabajo de Bertrand Russell (no declarado ateo, pero agnóstico) titulado ‘Porque yo no soy cristiano “. Él no dice que la Biblia es contradictoria. Se analiza la Biblia y lo encontró ninguna contradicción (Russell desacuerdo respecto a la Biblia es de naturaleza material). Si la Biblia fuera ciertamente contradictorio Russell (que es uno de los más grandes matemáticos y lógicos de todo, co-fundador de la lógica moderna, que estudió en la Facultad de fondo, dentro del curso de preparación para el doctorado en filosofía veces) sin duda lo habría dicho.”

      1º.- Creeré que ha investigado, pero no me hace falta creer o no creer para deducir que no lo ha hecho lo suficiente: dado que niega algo obvio y necesita, ahora, apelar a un ad verecundiam (nombrar a una autoridad que según usted no habla de las contradicciones) para “demostrar” que lo que afirma es cierto.

      2º.- Que él no dijera o expusiera en su libro (no lo tengo tan claro, pero como hace tiempo que lo leí no puedo asegurarlo) que la biblia tiene contradicciones (su texto se centra en el cristianismo, por lo que las razones que da son de caracter histórico, moral y filosóficas) no demuestra que la Biblia no las tenga: Un ateo puede serlo por diversos motivos intelectuales y/o emocionales. Muchos otros ateos no exponen las contradicciones y otros muchos sí (como los que le incluí en mi anterior contestación). Es irrelevante. Thomas Paine, por ejemplo, a quien Russell admiraba y citó en su libro, en su obra (“Edad de la razón”) expone dichas contradicciones.

      3º.- ¿Russell está en desacuerdo con la naturaleza material de la Biblia? ¿Podria exponer la cita y la fuente donde declara eso?
      Se lo pregunto porque, si algo es conocido fue su postura ante la Biblia:

      “Un agnostico considera a la biblia tal y como la consideran los clérigos más iluminados. No piensa que esté inspirada por la divinidad. Se trata de leyendas de la primera historia, no exactamente más ciertas que las de Homero. Considera que algunas de sus enseñanzas morales son buenas, y otras muy malas”

      4º.- ¿Es usted filosofo científico y apela a un ad verecundiam como es el “Si la Biblia fuera ciertamente contradictorio Russell (que es uno de los más grandes matemáticos y lógicos de todo, co-fundador de la lógica moderna, que estudió en la Facultad de fondo, dentro del curso de preparación para el doctorado en filosofía) sin duda lo habría dicho“?

      5º.- Debió entender mal lo que dijo Russell con respecto a cómo se definía, supongo que lo hizo basándose en el debate que mantuvo con F. C. Copleston. Sin embargo, este no dijo que fuera agnóstico sino ateo:

      Como filósofo, si estuviera dirigiéndome a una audiencia estrictamente filosófica, debería decir que tendría la obligación de describirme a mí mismo como un agnóstico, porque no creo que haya un argumento concluyente con el cual uno demuestre que no existe un Dios. Por otra parte, si voy a comunicar la impresión correcta al hombre común de a pie, pienso que tendría que decir que soy un ateo, porque cuando digo que no puedo probar que no existe un Dios, debería por otro lado agregar que no puedo probar que no existen los dioses homéricos.

      Ninguno de nosotros podría considerar seriamente la posibilidad de que realmente existieran todos los dioses de Homero, y sin embargo, si tuviera que ponerme a trabajar para dar una demostración lógica de que Zeus, Hera, Poseidón, y el resto de ellos no existe encontraría un trabajo horrible. No pudo obtener tal prueba.

      Por lo tanto, en lo que respecta a los dioses olímpicos, hablando a una audiencia puramente filosófica, diría que soy un agnóstico. Pero hablando popularmente, creo que todos nosotros diríamos que con respecto a esos dioses seríamos ateos. En lo que se refiere al Dios cristiano, debería, creo, tener exactamente la misma línea.

      Bertrand Russell. Collected Papers, vol. 11, p. 91

      No creía en la vida en el más allá, pero sí creía en Dios, pues el argumento de primera causa, me parecía irrefutable. Pero a la edad de dieciocho años, poco antes de ingresar en Cambridge, leí la autobiografía de John Stuart Mill, en la cual explicaba cómo su padre le enseñó que no se puede preguntar «¿Quién me creó?», ya que esta pregunta conllevaría la de «¿quién creó a Dios?». Esto me llevó a abandonar el argumento de la primera causa y a comenzar a ser ateo.

      Bertrand Russell, Autobiografía de Bertrand Russell, 1967

      Como filosofo que dice ser, debería saber qué es el ateísmo y el agnosticismo. Yo, por ejemplo, puedo declararme (y lo hago) agnóstico, pero como me defino realmente es como ateo. (coincido en la misma lina argumental que Russell)

      El agnosticismo, aunque como todo pensamiento humano ya existía desde que el hombre fue sapiens, fue un invento relativamente reciente creado por Huxley durante su discusión en defensa de Darwin. El agnosticismo simplemente es una postura que define, basándose en el conocimiento o no de algo, qué se puede decir: no existe el conocimiento a cerca de la existencia o inexistencia de una deidad… Como tampoco se puede conocer la existencia o inexistencia de cualquier personaje que decida inventarme como respuesta a cualquier suceso o fenómeno observado o imaginado. Todo el mundo es agnóstico, como diría Dennett incluso ateo. Agnóstico es un término vago que fue desafortunadamente creado y malinterpretado como una postura intermedia para no tener que responder ante la pregunta ¿crees en dios o no? cuya única respuesta posible es sí o no. Huxley lo hizo para no dar una mala imagen de Darwin (quien la tomó más tarde) durante dicho debate (siglo XIX) ya que en aquella época (con la inquisición y la autoridad eclesiastica predominando) decir que eras ateo era un suicidio social.

      Sin embargo, no conozco ninguna contradicción de la Biblia y no conozco a ninguna persona que haya mostrado una contradicción en la Biblia. Sólo sé afirmaciones de que la Biblia es contradictoria. Sin embargo, estas afirmaciones están viciados por la falacia del espantapájaros. Todos son ilógicas. Me, podrían decirme por favor, una sola contradicción en la Biblia, específicamente? Muchas gracias. s

      1º.- Si no conoces ninguna es que, directamente, no sabes leer o no comprendes lo que lees. Pues están expuestas en este y otros artículos. O tal vez sea un fallo en lo que tú consideras poseer: lógica.

      2º.- Tal vez solo sepas de afirmaciones debido a que solo lees los títulos y los extractos de los post, y pasas directamente de leer el contenido.

      3º.- ¿Una sola? En vez de ignorar el propio artículo y lo que le dije en mi anterior respuesta (incluyendo tal contradicción que has decidido ignorar) ¿Por qué no escoje cualquiera de las que tiene ahí y la anaizamos?

      Por mi parte, paso de repetirle, de nuevo, una sola contradicción. Coja las que ya le expuse en mi anterior respuesta o cualquiera de las que hay en el propio artículo. Veremos si hace usted uso de la lógica o es, por desgracia, como me temo: otro troll más de tantos que vienen repitiendo las mismas afirmaciones, ya contestadas, una y otra vez.

      • Olá:

        Gostaria de poder continuar o diálogo e tentar analisar as questões muito interessantes que são levantas neste site, especialmente em matéria de contradições da Bíblia.  No entanto, a minha capacidade de escrever em castelhano é muito limitada. Assim, uma vez que este site está em língua castelhana, solicito-vos autorização para utilizar a língua lusa (que é a minha língua materna) ou a língua francesa, inglesa ou alemã.

        Mesmo antes de receber essa autorização, porém, tomo a liberdade de, para começo de diálogo, esclarecer o que eu entendo por «Bíblia»

        A Bíblia é a reunião deste conjunto ordenado de palavras da língua hebraica (incluindo alguns trechos em aramaico) com este conjunto ordenado de palavras da língua grega. Nada que existe noutras línguas é a Bíblia. O que existe noutras línguas (espanhol, inglês, chinês) são traduções, todas feitas séculos depois de a Bíblia ter sido concluída. Por conseguinte, a Bíblia não é, por exemplo, a Vulgata nem a King James Version. Estas obras – muito valiosas, sem dúvida – são traduções. A Bíblia ficou completa no fim do 1º século da nossa Era.

        A Bíblia não é um livro. Já existia antes de haver livros. Não se deve confundir a Bíblia (o conjunto ordenado de palavras) com o suporte ou as coisas nas quais a Bíblia, no todo ou em parte, está registrada ou materializada. Tal suporte pode ser pedra, argila, papiro, velino, papel, tela de computador ou de celular, uma fita magnética, um disco, um arquivo mp3, ou, além de mais coisas, o cérebro humano (pois há pessoas que sabem a Bíblia de cor). A Bíblia é incorpórea e, por isso, incorruptível. Em contraste com ela, os suportes em que a Bíblia se materializa ou se acha documentada são todos perecíveis.

        Isto que aqui se diz da Bíblia não é extraordinário. Vale para qualquer outra obra de texto.

        Xavier

        • Ya le dije que esta era una web de habla hispana. Si insiste en hablar portugués y no piensa hacerlo en español, podrá hacerlo, pero no espere más respuesta mía.

  5. Interesante el análisis, desde que comencé a leer y analizar la Biblia y el Corán pero ya con uso de razón, leyendo además en mi carrera universitaria otros libros científicos, me di cuenta del gran engaño a que someten las religiones a las masas, lo sorprendente es que personas con un grado de estudios de nivel avanzado, se siguen tragando las sandeces de estos 2 libros de fantasía además de los de otras sectas y religiones, como el libro del mormón, así que realmente deje de interesarme en la biblia y demás cuentos, para dedicarme a otras cosas, pero este resumen que haces de las contradicciones es muy conciso y sustancioso.

  6. La biblia se contradice pero no tiene errores, todo lo que dice la biblia tiene razón. y no se porque los ateos son los que más hablan de la palabra de Dios, son los que más estudian la biblia, tienen el conocimiento pero sólo les falta Fe, y si me preguntan ¿Por qué estoy en esta página? pues fue porque quería saber qué significaba “sandeces veterotestamentarias”, y aparecieron todas estas ideas, que son inspiradas por la inicua serpiente antigua.

    • 1º.- Vaya… ahora que un texto contenga afirmaciones contradictorias no es un error.

      2º.- ¿La palabra de quién? Yo hablo de la palabra de unos sacerdotes y sus afirmaciones. A menos que quiera usted sostener tal afirmación. En cuyo caso le reto a que lo evidencie.

      3º.- Con respecto a eso que tanto repiten ustedes como argumento sobre los ateos, le remito a la respuesta que ya le dije a otro religioso.

      4º.- Será porque, como somos los que más estudiamos y conocemos la fe la consideramos falaz.

      Usando sus mismos argumentos ¿Cree usted en el hinduismo? ¿por qué no? Tenga fe primero y luego lea los Vedas. En serio… debe usted tener fe primero. Si no tiene fe ¿Cómo sabe que son falsos los dioses hinduistas?

      ¿Sabe que es ser sesgado? Cuando una persona toma una postura ante una afirmación antes si quiera de analizar y comprobar si dicha afirmación es cierta. Esa es la base de sus creencias. Le han pedido que no sea usted crítico con las afirmaciones que le vendieron unas personas. ¿Por qué será? Piense en ello.

      5º.- Mire… los insultos guárdeselos para su club de crédulos y supersticiosos. Esos que, como usted, cuando alguien critica y muestra los fallos de sus creencias y los errores de sus textos “sagrados” acuden como justificación a personajes absurdos y ficticios como respuesta en vez de pensar por si mismos y analizar lo que les inculcaron.

      Serpientes parlanchinas a mi. Tócate los coj…

    • ¿ como sabe usted que no es satanas el que lo engaña, ya que ustedes los creyentes lo describen de cruel y astuto, juega con ustedes haciéndolos creer que tengan "FE" ya que para el seria facíl engañar a unos incrédulos e ilusos como ustedes ? ¿como sabe que su amigo imaginario no ha perdido? ¿no seria un deleite (para el diablo) engañarlos, con que se pasaron su vida rezando a un dios muerto, para que cuando llegue al lugar ese que dice usted, le eche en cara lo imbecíl que fue al desperdiciar su vida en adorarlo en vano?¿no dice su libro mitologico "tener cuidado con los falsos profetas"? ¿es que acaso su supuesto dios le dijo cual era el bueno?

  7. Hola. He encontrado una respuesta a varias de sus supuestas contradicciones, gracias a la maravillosa web http://www.miapic.com . Aquí las tiene:

    1.Tanto Mateo 1 como Lucas 3 contienen genealogías de Jesús; pero existe un problema: estas son diferentes. La genealogía de Jesús comienza en Adán, y va hasta David. La genealogía de Mateo comienza en Abraham y va hastaDavid. Cuando las genealogías llegan a David, Mateo se divide en Salomón—lado de José (v. 6, 16), y Lucas con Natán—lado de María (v. 23, 31).

    No existe ninguna discrepancia ya que una genealogía es para María y la otra es para José. Era costumbre Judía mencionar la genealogía a través del padre aun cuando era claramente sabido que la genealogía de Jesús era a través de María.   

     

    2.Si un gallo canta una segunda vez, es porque ha cantado previamente una vez. El problema es que en Marcos, y después de que Pedro niega al Señor por tercera vez (Marcos 14:71: “Entonces él comenzó a maldecir, y a jurar: No conozco a este hombre de quien habláis”), un gallo canta inmediatamente por segunda ver (v. 72: “Y el gallo cantó la segunda vez. Entonces Pedro se acordó de las palabras que Jesús le había dicho: Antes que el gallo cante dos veces, me negarás tres veces. Y pensando en esto, lloraba”.) El otro evangelista nos dice que después de la tercera  negación de Pedro, un gallo canta. ¿Cómo reconciliar esta supuesta contradicción?

    Marcos no menciona cuándo cantó el gallo por primera vez. Por lo tanto, es posible que después de la tercera  negación de Pedro, el gallo pudo haber cantado dos veces seguidas. Esto es lógicamente posible.

    3. Los Judíos compraron el campo a nombre de Judas. Lo hicieron con el dinero que le habían dado a él por haber traicionado a Cristo y fue el mismo dinero que él arrojó: “Y arrojando [Judas] las piezas de plata en el templo, salió, y fue y se ahorcó.” Los principales sacerdotes no podían usarlas para echarlas en el tesoro de las ofrendas, por lo tanto, compraron el campo a su nombre. Esta es la razón por la que se dice que Judas adquirió un campo, pero fueron realmente los sacerdotes los que lo compraron.

    Esta idea la encontramos en la Biblia. Juan 19:1 dice: “Así que, entonces tomó Pilato a Jesús, y le azotó.” Sabemos que Pilatos no fue el que tomó el látigo y azotó a Jesús. Fue al entregarles a Jesús a los soldados Romanos que ellos llevaron a cabo su orden.

    4. 

    Aquí, no existe contradicción ya que ambas son verdaderas. Una contradicción ocurre cuando una declaración excluye la posibilidad de otra. La Segunda Ley de la Lógica, la Ley de la No Contradicción (LNC),  dice que algo no puede ser tanto verdadero como falso al mismo tiempo y en el mismo sentido. No existe ninguna contradicción cuando se trata de describir algo en forma diferente: Judas se ahorcó, se cayó y se reventó. Ambas son posibles debido a que una no niega la posibilidad de la otra. Una contradicción ocurre cuando una declaración hace a la otra imposible y ambas declaran ser verdaderas. Por lo tanto, lo que aquí sucede es que Judas fue y se ahorcó y su cuerpo entonces cayó y se reventó. En otras palabras, el lazo o la rama del árbol probablemente se rompieron debido al peso de su cuerpo cayendo y reventándose.

    Note también que Mateo 27:3-8 nos dice específicamente cómo murió Judas: ahorcado. Hechos 1:16-19 nos dice simplemente que “cayendo de cabeza, se reventó por la mitad, y todas sus entrañas se derramaron.” Hechos no nos dice como Mateo que este fue el medio de su muerte.

     

    • “Hola. He encontrado una respuesta a varias de sus supuestas contradicciones, gracias a la maravillosa web http://www.miapic.com . Aquí las tiene:
      1.Tanto Mateo 1 como Lucas 3 contienen genealogías de Jesús; pero existe un problema: estas son diferentes. La genealogía de Jesús comienza en Adán, y va hasta David. La genealogía de Mateo comienza en Abraham y va hastaDavid. Cuando las genealogías llegan a David, Mateo se divide en Salomón—lado de José (v. 6, 16), y Lucas con Natán—lado de María (v. 23, 31).
      No existe ninguna discrepancia ya que una genealogía es para María y la otra es para José. Era costumbre Judía mencionar la genealogía a través del padre aun cuando era claramente sabido que la genealogía de Jesús era a través de María”

      Su “maravillosa web” apologética le está a usted mintiendo bajo una excusa falsa cuando afirma que “Cuando las genealogías llegan a David, Mateo se divide en Salomón—lado de José (v. 6, 16), y Lucas con Natán—lado de María (v. 23, 31).” Pues esta es la lista que menciona Lucas 3:

      23 Y el mismo Jesús comenzaba á ser como de treinta años, hijo de José, como se creía; que fué hijo de Elí,
      24 Que fué de Mathat, que fué de Leví, que fué Melchî, que fué de Janna, que fué de José,
      25 Que fué de Mattathías, que fué de Amós, que fué de Nahum, que fué de Esli,
      26 Que fué de Naggai, que fué de Maat, que fué de Matthathías, que fué de Semei, que fué de José, que fué de Judá,
      27 Que fué de Joanna, que fué de Rhesa, que fué de Zorobabel, que fué de Salathiel,
      28 Que fué de Neri, que fué de Melchî, que fué de Abdi, que fué de Cosam, que fué de Elmodam, que fué de Er,
      29 Que fué de Josué, que fué de Eliezer, que fué de Joreim, que fué de Mathat,
      30 Que fué de Leví, que fué de Simeón, que fué de Judá, que fué de José, que fué de Jonán, que fué de Eliachîm,
      31 Que fué de Melea, que fué de Mainán, que fué de Mattatha, que fué de Nathán,
      32 Que fué de David

      Mateo 1, al igual que Lucas, concluye con José:

      6 Y Jessé engendró al rey David: y el rey David engendró á Salomón de la que fué mujer de Urías:
      7 Y Salomón engendró á Roboam: y Roboam engendró á Abía: y Abía engendró á Asa:
      8 Y Asa engendró á Josaphat: y Josaphat engendró á Joram: y Joram engendró á Ozías:
      9 Y Ozías engendró á Joatam: y Joatam engendró á Achâz: y Achâz engendró á Ezechîas:
      10 Y Ezechîas engendró á Manasés: y Manasés engendró á Amón: y Amón engendró á Josías:
      11 Y Josías engendró á Jechônías y á sus hermanos, en la transmigración de Babilonia.
      12 Y después de la transmigración de Babilonia, Jechônías engendró á Salathiel: y Salathiel engendró á Zorobabel:
      13 Y Zorobabel engendró á Abiud: y Abiud engendró á Eliachîm: y Eliachîm engendró á Azor:
      14 Y Azor engendró á Sadoc: y Sadoc engendró á Achîm: y Achîm engendró á Eliud:
      15 Y Eliud engendró á Eleazar: y Eleazar engendró á Mathán: y Mathán engendró á Jacob:
      16 Y Jacob engendró á José, marido de María, de la cual nació Jesús, el cual es llamado el Cristo.

      Ya nos dirá de donde saca esa web la excusa patética de “el lado de José” y de “el lado de María”, cuando en ningún evangelio se menciona el linaje de María, ni quienes fueron sus padres. De hecho, el único documento religioso que menciona a los padres de María, Joaquín y Ana, es un evangelio apócrifo (el Protoevangelio de Santiago) escrito en el sigo II d.e.c.

      “2.Si un gallo canta una segunda vez, es porque ha cantado previamente una vez. El problema es que en Marcos, y después de que Pedro niega al Señor por tercera vez (Marcos 14:71: “Entonces él comenzó a maldecir, y a jurar: No conozco a este hombre de quien habláis”), un gallo canta inmediatamente por segunda ver (v. 72: “Y el gallo cantó la segunda vez. Entonces Pedro se acordó de las palabras que Jesús le había dicho: Antes que el gallo cante dos veces, me negarás tres veces. Y pensando en esto, lloraba”.) El otro evangelista nos dice que después de la tercera  negación de Pedro, un gallo canta. ¿Cómo reconciliar esta supuesta contradicción?
      Marcos no menciona cuándo cantó el gallo por primera vez. Por lo tanto, es posible que después de la tercera  negación de Pedro, el gallo pudo haber cantado dos veces seguidas. Esto es lógicamente posible.”

      Y ahora me viene como excusa el inventarse algo que no figura en el relato. ¡Claro hombre! de hecho el gallo pudo haber cantado antes de la primera negación o durante las negaciones varias veces seguidas (haciendo que Pedro lo negara entre el 4º o 6º canto del gallo) ¡es lógicamente posible!

      “3. Los Judíos compraron el campo a nombre de Judas. Lo hicieron con el dinero que le habían dado a él por haber traicionado a Cristo y fue el mismo dinero que él arrojó: “Y arrojando [Judas] las piezas de plata en el templo, salió, y fue y se ahorcó.” Los principales sacerdotes no podían usarlas para echarlas en el tesoro de las ofrendas, por lo tanto, compraron el campo a su nombre. Esta es la razón por la que se dice que Judas adquirió un campo, pero fueron realmente los sacerdotes los que lo compraron.
      Esta idea la encontramos en la Biblia. Juan 19:1 dice: “Así que, entonces tomó Pilato a Jesús, y le azotó.” Sabemos que Pilatos no fue el que tomó el látigo y azotó a Jesús. Fue al entregarles a Jesús a los soldados Romanos que ellos llevaron a cabo su orden.”

      El problema es que Hechos 1:16-19 sí especifica que fue Judas, y no hay ni una sola parte en el relato que especifique lo que usted afirma: “Los Judíos compraron el campo a nombre de Judas. Lo hicieron con el dinero que le habían dado a él por haber traicionado a Cristo“. De nuevo, vuelve usted a inventarse partes de la historia para que dos textos contradictorios, escritos por dos autores distintos con años de diferencia y posiblemente en distintos lugares, cuadren para no perder la credibilidad que usted pretende otorgarles bajo su presuposición.

      Me presenta además un texto en el que afirma que Pilatos fue quien azotó a Jesús como ejemplo bajo la afirmación “Sabemos que Pilatos no fue el que tomó el látigo y azotó a Jesús. Fue al entregarles a Jesús a los soldados Romanos que ellos llevaron a cabo su orden“. ¿Lo sabemos? Lo sabemos, de nuevo, porque toma usted como ciertas las afirmaciones de los anteriores evangelios. Pero ni un solo documento histórico confirma ni una sola de las afirmaciones históricas sobre Pilatos y Jesús en los evangelios.

      Y lo más absurdo es que, si nos basáramos en su argumento (y omitimos que en dichos evangelios se especifica quién fue, según cada evangelio, quien compró el campo y que en ningún lado se afirma lo que usted dice), nadie especificado como autor de algo hizo nada de lo que se afirma en la Biblia. Pudo ser cualquier otra persona.

      “4. Aquí, no existe contradicción ya que ambas son verdaderas. Una contradicción ocurre cuando una declaración excluye la posibilidad de otra. La Segunda Ley de la Lógica, la Ley de la No Contradicción (LNC),  dice que algo no puede ser tanto verdadero como falso al mismo tiempo y en el mismo sentido. No existe ninguna contradicción cuando se trata de describir algo en forma diferente: Judas se ahorcó, se cayó y se reventó. Ambas son posibles debido a que una no niega la posibilidad de la otra. Una contradicción ocurre cuando una declaración hace a la otra imposible y ambas declaran ser verdaderas. Por lo tanto, lo que aquí sucede es que Judas fue y se ahorcó y su cuerpo entonces cayó y se reventó. En otras palabras, el lazo o la rama del árbol probablemente se rompieron debido al peso de su cuerpo cayendo y reventándose.
      Note también que Mateo 27:3-8 nos dice específicamente cómo murió Judas: ahorcado. Hechos 1:16-19 nos dice simplemente que “cayendo de cabeza, se reventó por la mitad, y todas sus entrañas se derramaron.” Hechos no nos dice como Mateo que este fue el medio de su muerte.”

      Y ¡como no! de nuevo inventándose el relato: pues Hechos 1:18 lo único que afirma es que este compró el campo y se abrió la cabeza, saliéndose de él todos sus intestinos (σπλάγχνον – splánjnon, en griego). No que se colgara.

      Ni si quiera intentando verle la lógica consigue uno ver la imagen hipotética a la que usted alude, según la cual un hombre se cuelga y cae de cabeza.

      El problema que tienen la mayoría de cristianos, como usted, es que no conoce la historia de su propia religión y piensan que el formato de Biblia actual, con un canon ya elaborado de libros que el cristianismo debía seguir, era el pensamiento del cristiano primitivo. Cada autor tenía su propia visión y versión de los hechos y esta la difundía a su propia comunidad. No fue hasta el siglo II d.e.c. que este empezó a reunificar textos, cuando aun estaban elaborándose otros. Y no todas las comunidades compartían el mismo criterio ni usaban el mismo canon. El formato ni si quiera era el de “libro” sino el de papiros sueltos. La primera vez que se unificaron los textos, como usted los conoce fue en el siglo IV, cuando Jerónimo de Estridón escribió la Vulgata, y empezaron a idearse los Códex.

  8. Hola ateoyagnostico.
    Te dejo este mensaje por 2 razones.
    La primera es para felicitarte por tu blog y por todos los excelentes articulos que publicas en el.
    Y la segunda es porque quiero saber tu opinion sobre la paradoja de Epicuro,
    y sobre el esfuerzo que hacen muchos filosofos creyentes y teistas para intentar refutarlo.

    Saludos desde México

    • ¿Mi opinión? Que como paradoja que es no pueden resolverla debido a los atributos que ellos mismos han inventado sobre ese personaje. Inventar un personaje autocontradictorio tiene estos resultados.

  9. Estuve leyendo todas las supuestas contradicciones que hay y es muy mala tu página, no ocupas en la mayoría ni sentido literario,quería encontrar algo interesante pero en la mayoría hasta un niño de primaria retiraría lo que dices. TE SUGIERO TENER UN POCO DE SENTIDO LA MAYORÍA SON MUY ABSURDAS.

    • Y lo dice alguien que apenas sabe expresarse y usa, como argumentos típicos, afirmaciones como crítica que no demuestra para concluirlas con un uso de mayúsculas.

      50.ARGUMENTO DE LA AFIRMACIÓN EN MAYÚSCULAS
      (1) DIOS EXISTE, VE ACOSTUMBRÁNDOTE
      (2) Por lo tanto, Dios existe

      Buen intento. 😉 No cuela. Son muchos años ya.

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